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Wednesday, December 06, 2006

 
Lying in my bed I hear the clock tick, and think of you

Eu lembro do Reinações de Narizinho sempre que ouço isso. Não do livro todo, mas de uma parte em que a menina Lúcia está tentando não pensar em nada e se dá conta de que isso é impossível. Eu até ampliaria o conceito pra "escolher o que pensar, não rola". e sempre nos momentos mais absurdos, menos propícios e totalmente inconvenientes que a gente vai pensar "no que não deve".

Você tá lá, na boa, curtindo a vida adoidado e, de repente, BUM. Um cheiro, uma visagem, um barulho e tá você na maior dor de corno, porque ou você lembrou de alguém indevido ou porque queria ter alguém com quem dividir o momento ou porque trouxe de volta pessoas lembranças de pessoas queridas que saíram da vida. Rola aquele momento spirit e as pessoas teimam em não entender ou começa a ladainha das pessoas atrás de um motivo praquela melancolia que não tem explicação.

Eu não sei exatamente quando foi, mas, de uns tempos pra cá, ficou incorreto estar triste. É feio, imoral e engorda. Existem remédios prontinhos pra te deixar feliz, saltitante e calminha. A nova onda do imperador é não sentir mais nada: tá triste? Prozac. Tá expressado? Passiflora. Não consegue dormir? Lexotan. E assim, a galera vai empurrando a estada por aqui, todo mundo comfortably numb e se privando de todo o desenvolvimento empírico.

Eu não sei vocês, mas eu acho que sentir é algo importante. Sentir qualquer coisa é melhor do que aquela letargia emocional que não te faz ver graça em nada. A vida no automático: acordar, trabalhar, happy hour, dormir, acordar... Vocês entenderam. Aí arruma-se uma pessoas qualquer, só porque é cômodo e sai mais barato dividir as contas com alguém. Não pra mim. Aliás, o que mais me dói nesse momento é a falta de paixão, de ter algo e alguém que me façam acordar com uma mega sorriso de embaixo do meu mau humor matinal. A ansiedade da espera pra ter/ver/fazer alguém/algo que me deixe feliz. E ficar arrepiada e com o coração acelerado.

Não me entenda mal, gente boa, eu acho válido estar melancólico, mas não é um estado em que eu queira ficar mais tempo. Não é uma situação que eu queira prolongar. O ponto aqui é outro: eu não acho válida felicidade fabricada. Você pode fazer da tua vida o que quiser, eu não quero pra mim, mas não sou dona do mundo. E, na verdade, eu sinto falta de sorrir de verdade.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 8:34 AM