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Tuesday, April 24, 2007

 
Make you own kind of music.

A parte de boa de ver um lance "na tua área" é a possibilidade de crescimento profissional, não exatamente numa carreira, mais uma coisa de aperfeiçoamento e satisfação pessoal, quase exercício de estilo. A parte chata é que quando se escolhe fazer algo como o jornalismo, existe um monte de regra chata te prendendo a uma maneira que a Academia acha correta. Neologismos? Pequeninas perversões da língua-mãe em prol de uma gracinha? Aliás, ser engraçadinho? Não mesmo, garotona. Isso aqui é coisa séria.

O que os formadores de opinião esquecem - ou só fingem não saber - é que esse mundo já anda tão sério e ocupado em ser corretinho, que a maioria das pessoas precisa de algo mais leve, descontraído, que informe de forma divertidinha. Principalmente porque já existem os suplementos de Política, Economia e Tecnologia cheio de termos técnicos, palavras grandes e estrangeirismos para confundir o cidadão. Eu discordo bastante deles, mas isso não vem ao caso. Pensando bem, vem sim. Aqui é minha casinha e eu posso discordar, né? Então.

Eu discordo porque o modelo de jornalismo que está aí é o mesmo desde sempre. Pode ver que só mudaram algumas palavras, a estrutura bruta está lá. E, numa olhadela rápida, é muito fácil perceber que a maioria das pessoas que se destacou foi porque exatamente quebrou essa monotonia do jornalismo. Porque ler jornal é monótono, vamos conbinar.

E tem o lance da imparcialidade que muita gente confunde horrores. Ser imparcial não é se omitir, gente boa. É ser capaz de pensar argumentos igualmente válidos para 2 lados de uma discussão e deixar a outra pessoa tomar a decisão dela. Brincar de advogado do diabo, num exercício de auto convencimento de que, bem, o teu lado da história pode não ser exatamente o mais certo.

Na verdade-verdadeira, o que me cansa deveras no jornalismo é a obrigação com a seriedade e com a distância. Porque, no meu mundo, qualquer 2 linhas escritas carregam um pouco da pessoa, não se pode estar indiferente a algo em que se trabalhou tanto para criar. Não me venham com essa de que jornalista narra fato. Pega aqui na minha narração, viu. Quem narra é o Galvão Bueno, o Kleber Machado, o Cara Mala da Canetinha no SporTV. Esses têm a isenção do "ao vivo", agora quem pena em cima de um teclado escolhendo cada palavra de um texto, tomando cuidado com cada vírgula, cada ponto, cada enfatização. De onde eu estou sentada, a diferença entre um texto "artístico" e o jornalístico é meramente a fonte da inspiração.

E aí começam meus questionamentos. Porque eu acho injusto cobrar receita de bolo com aquelas perguntinhas que a gente ouve do primeiro ao último semestre. É abusivo subjugar a vivência de uma situação a "o que", "quando", "onde", "quem", "como" e "por que". Me soa a interrogatório policial. E, por mais que se busque a isenção, a meu ver, não é possível alcançá-la, exatamente porque qualquer fator externo - como afeição, espanto, pena, solidarização etc que possam vir a ocorrer com pesquisa ou vivência - vai pesar no momento da escrita, mesmo que sutilmente e modificar alguma opinião prévia sobre o fato. Você pode brincar de indiferença, mas é complicado colocar em prática quando se é a pessoa com os dedos no teclado.

Enfim, isso tudo é só uma tentativa de justificar um eventual (e quase certo) fracasso na profissão que escolhi . Eu não sei ser séria quando a situação exige, não consigo me adaptar a esse formato de receita de bolo e não me conformo com esse academicismo de boutique na moda. Eu sou gonzo. Ou só uma grande burra, que deveria mais de adaptar e guardar opinião pra mesa de bar.

Decidam e me contem depois.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 10:34 AM