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Monday, June 25, 2007

 
De ter 11 anos.

Nos últimos dias, meu nome no MSN tem incluído a frase "paixonite adolescente". E isso tem me rendido perguntas. Vejam bem, não é que eu queria viver um grande e arrebatador amor semana que vem, nem que tenha me apaixonado perdidamente. Bem, não é exatamente assim, porque eu continuo querendo viver um grande e arrebatador amor com prazo de validade; e, efetivamente me apaixonei perdidamente. Mas é diferente. Eu não preciso que Ele retribua, não preciso nem mesmo que Ele saiba (como não sabe, prestem atenção). Ele é meu ideal, meu suspiro, Aquele que me faz feliz só porque eu sei da existência. Eu não preciso de mais nada.

É bem igual como quando se tem 11 anos e se escreve bilhetinhos que jamais chegarão a seu destinatário. É ser corajosa para assumir a covardia de não poder contar a Ele. Porque se eu conto e não sou retribuída, viro piada; e se sou não vai ser tão bom quanto é quando eu fecho os olhos e Ele me quer. E me ama. E é Meu e de mais ninguém. E se Ele deixar de ser meu suspiro pra vir me arrancar o ar, vai ser bom demais, mas se não vier, eu sempre terei a nossa história de amor inventada. Eu não preciso de realidade, não preciso que Ele tropece em mim. Assim como toda paixonite adolescente, eu tenho a fantasia, tenho o sonho e isso me basta.

E se me acontecer de encontrar alguém "de verdade" que me tire o chão? Ele vai ficar escondido na minha mente. E voltará quando eu precisar de paixão e eu voltarei pro meu mundo de faz-de-conta. E se for Ele quem me venha tirar o ar? Eu vou esquecer toda a fantasia e viver a realidade, que não serátão romântica nem poética, mas vai ser "de verdade".

Ele não é obstáculo. Só é o protagonista do meu filme. O meu herói de filme da Meg Ryan, o meu Príncipe Encantado, o Alejandro da minha Shakira. E eu sempre gostei muito mais de realidade.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:31 AM