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Monday, November 29, 2004

 
Porque a vida também tem coisas boas, sabem? Tipo ligar a TV só pra ouvir barulhinho e achar E aí, meu irmão, cadê você? passando.

Tá que é dublado, mas isso fez meu dia...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:05 PM



Saturday, November 27, 2004

 
Wash away my sorrow, take away my pain...

Sábado a noite. Eu em casa. Sabe, isso já se tornou uma constante, é praticamente a minha rotina. Umas vezes por opção, outras por falta dela. O fato é que hoje acontece uma mistura entre as duas coisas. A "coisa pra fazer do dia" não é algo que me interesse loucamente e nem que minhas posses me permitam.

Explicando, tem um aniversário e Grande Amor estará lá. Teoricamente é dos meus amigos, mas acho que eles já deixaram bem claro com quem ficou a guarda deles no meu divórcio. E não foi comigo. Colocando as coisas em perspectiva, eu já não queria mesmo mais assunto com eles bem antes de escolherem o outro o lado. Mas que isso tudo foi um grande peso na decisão de não apresentar meu próximo namorado a ninguém, foi.

E como todo mundo se conhece (once again, graças a mim), a maioria absoluta de pessoas com quem eu faria algo está lá. E a mim sobrou Maple, TV e comidas. Porque se eu não acho sábio tomar a cerveja da geladeira com Vovó em casa, imagina repetir a dose das 2 garrafas de vinho goela abaixo, não é?

E o que queria agora? Uma banho de chuva. Sabe chuva de verão, dessas com pingos bem grossos? Pois bem, queria uma dessas caindo e ficar deitada num gramado, torcendo pra que ela realmente lave minha tristeza e tire de mim a dor...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 10:52 PM



Friday, November 26, 2004

 


Assim é minha tristeza. Ela é regada a cerveja, cigarros e amigas. Ela me leva a locais cheios de jovens que acham que têm a vida toda pela frente e por isso chamam a atenção para o fato, se manifestando em altos brados nos intervalos entre as músicas e com gestos amplos, exatamente o que eu fazia quando tinha a idade deles e fui apresentada a esse tipo de lugar. Um lugar com gente de mais estrada, que poderia me tomar pela mão e me guiar pelo meu caminho.

A minha tristeza gosta de se perder em multidões, de colocar um certo quê em meus olhos para que alguém tente desvendar os mistérios de minh'alma. Ela me deixa mais bonita, me clareia as idéias e me faz lutar contra ela, mesmo sabendo que eu vou perder de goleada. E mesmo que eu ganhe uma batalha, ela sempre será a vitoriosa da guerra que travamos desde sempre. Porque sempre que eu ganho, ela se retira e junta forças, para mais uma vez me carregar pela mão, feito uma mãe atenciosa cuidando de seu precioso rebento.

Hoje eu sei disso. Hoje eu nem me importo mais em ceder à suas vontades. Não tenho mais o vigor da juventude que acredita em felicidade eterna. Não sou mais sonhadora e nem tenho as mesmas esperanças. Ela entende isso e me dá uns momentos de trégua, às vezes até se disfarça em raiva para me avisar que não será um bom dia para quem resolver socializar comigo. Passamos de inimigas a companheiras. E continuamos discutindo uma com a outra, de quando em quando, porque mesmo em relações de companheirismo há discordâncias. Mas ao invés de guerrearmos, nos afogamos em garrafas de vinho, em maços de Marlboro, em músicas tristes, em conversas melancólicas. E, assim, ela continua zelando por mim e eu alimentando seus pequenos caprichos...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:25 AM



Thursday, November 25, 2004

 
Putaquepariu!

Nem jogar mais em posso. Muito obrigada pelos updates, Maple...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 7:16 PM



Tuesday, November 23, 2004

 
If it makes you happy, then why the hell you look so sad?


Eu queria entender a razão pela qual as pessoas fingem que te entendem e te forçam a fazer exatamente o contrário do que dizem entender.

O problema é o seguinte: Grande Amor sempre soube que eu não gosto de manter relação com ex nada. E apesar de ele ser grande amor não é mais nada meu. Talvez a gente pudesse ser amigo, mas aí não seria eu. Eu não sei brincar disso, não consigo, não gosto, não me faz bem. Ele sabe disso, e, ainda assim, quer forçar uma barra em prol de um encontro entre nós. Sim, eu aceitei, mas tento postergar ao máximo esse momento. Por que? Porque me descontrolei, ora bolas. Estou tensa, não sei o que fazer, como me comportar. Nada.

Acho que desde que o conheci só o cumprimentei com 2 beijos no rosto 3 vezes no máximo. Como será esse encontro. Parte de mim acha que é amadurecimento, o resto acha mesmo uma tremenda burrice. Principalmente porque ultimamente eu tenho sentido vontade de me jogar nos braços dele, porque as coisas boas estão sempre me seguindo, porque eu penso nele mais do que deveria.

Eu não precisava fazer isso, mas vou. Está na hora de parar de fugir da vida. Chega de ver a vida acontecer e eu não acontecer na vida. Cansei.

 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 8:05 PM



Saturday, November 20, 2004

 
em lençóis brancos você dorme
e eu em meu canto te admiro
em teu descanso você brilha
os teus encantos meus suspiros

não acorde ainda seja meu anjo
guarda minha vida em baixo de teus lençóis brancos
sonhe melodias e acorde cantando
deixe que o dia siga teus planos
os teus planos

quando acordar bom dia
a madrugada vem te olhar tranqüila
e vai avisar do dia
que pode te acordar
bom dia anjo
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 2:44 PM



Wednesday, November 17, 2004

 
Sabe, Grande Amor, é bom poder te dizer tudo isso que está guardado sem ouvir respostas. Porque é isso que eu preciso: falar sem que ninguém me conteste ou fique achando motivinhos por trás dos meus motivos.

É difícil viver sem você. Contigo ao meu lado era tudo mais fácil, tudo mais tranqüilo, mais certo. Eu sabia sempre onde ir e quando não sabia tinha você para me guiar. Talvez seja a hora de andar com as minhas próprias pernas, tomar minhas decisões e me achar bonita ou feia sem contestações ou aprovações. Eu preciso crescer, amor, e contigo isso não aconteceria. Não que eu reclame, mas você sempre me mimou demais e sabe disso. Sabe melhor do que eu. E antes fosse só esse o estrago causado.

Às vezes, eu tenho a impressão de que você está mais presente na minha vida do que gostaria. E não importa que eu esconda as fotos, guarde as cartas e faça força para esquecer teu cheiro. Você está mais dentro da minha pele do que jamais pensei que estivesse.

Se eu quero voltar para você? Sim e não, meu querido. Sim, porque aliviaria grande parte da minha dor. Não, porque isso me criaria novos problemas. E nós dois sabemos que eu não preciso de mais nenhum problema, Grande Amor, nenhum.

E antes que me questionem sobre todas essas cartas para você, eu te digo que continuarei escrevendo porque me faz bem. É bom tirar todas essas coisas de dentreo de mim, acredito que vá me fazer bem.

Quem sabe um dia, não?
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 10:22 PM



Tuesday, November 16, 2004

 
Meu Grande Amor,

hoje eu sei porque não estamos mais juntos. Somente agora eu percebo que todas aquelas coisas que eu te disse acreditando serem verdadeiras eram apenas motivos bobos pelos quais eu achava que deveria partir. Não foi falta de afeto que me levou a te deixar, meu querido, muitíssimo pelo contrário, foi o excesso.

Hoje eu percebo que foram todas as minhas falhas, todos os meus defeitos que definiram a decisão. Porque você, meu amor, certamente encontrará alguém muito melhor do que eu. Não só pela facilidade do ato - afinal, não sou a melhor pessoa do mundo e estou bem logne do título - mas também pelo merecimento. Você é, definitivamente, a melhor pessoa que eu já tive o prazer o de conhecer na vida; e, certamente, merece alguém muito melhor do que eu. Se eu pudesse, pegaria todo o amor que tenho guardado dentro de mim e daria para que essa pessoa pudesse te amar como você merece.

Eu sei que essas linhas nunca chegarão à tuas mãos, mas eu - sempre fui egoísta, você sabe disso - preciso tirar isso de dentro de mim, grande amor. Preciso gritar que te amo como sempre, mas que não posso seguir contigo por me sentir diminuída a teu lado. Por me sentir incapaz, por não saber o que fazer, por ter medo de te magoar com qualquer ato impensado. E eles são muitos e constantes. A culpa é minha e sempre foi, mas saiba que saber disso não me faz sofrer menos. Nem ter menos vontade de me jogar nos teus braços sempre que o mundo parece ser mais cruel do que a quantidade a qual me acostumei.

É isso, grande amor. Espero que um dia tudo passe para nós dois...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 7:55 PM



Sunday, November 14, 2004

 
Continuando as considerações absurdas de uma mente sem noção, eu gostaria de falar sobre essa pentelhação em torno das companhias de cigarro. Até onde eu sei, as pessoas começam a fumar sozinhas. Eu, pelo menos, nunca vi nenhum executivo da indústria do tabaco colocar arma na cabeça de ninguém enquanto acende um malrborão e obriga o pobre coitado a tragar. Hoje em dia, as pessoas começam a fumar sozinhas e sabendo de todo o mal que estão fazendo a si mesmas. Aqui no Brasil, há uma quantidade absurda de propagandas que informam tudo o que os bastonetes da morte podem fazer de ruim a um organismo, não tem desculpa.

Eu fumo. E faço isso porque eu quero e comecei sozinha, não tinha ninguém me obrigando a fazer nada e nem me viciando em porra nenhuma. Foi uma opção minha e só minha. Por isso eu acho escroto pacaraleo quando nego se fode todo fumando e vai processar "a indústria". Ela, "a Indústria", não é boazinha, mas eu não vejo ninguém processando laboratórios porque se viciou em calmantes, ou processando traficantes, ou a indústria etílica. Eu nunca vi um alcoólatra reclamando que foi uma terceira pessoa que o obrigava a beber. E, vamos combinar, que o consumo de etílicos é muito mais hábito social do que fumar. Aliás, é cada vez menos tolerado o fumo social. Mas encher a cara de vódega e energético é até bonito.

Na boa, a humanidade precisa aprender a assumir seus próprios erros e parar de querer achar um culpado ideológico por tudo de ruim que lhe acontece. Não sabe brincar, não desce pro play.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 4:17 PM



Friday, November 12, 2004

 
Life, universe and everything*

Acho engraçado como as pessoas gostam de classificar as outras baseadas em porra nenhuma. Por exemplo: quando eu chamo alguém de viado ou maconheiro ou sapatão ou preto-filhodaputa, vem logo algum "defensor da classe" ne qualificar como homofóbica ou caretona ou racista. Na boa, não é nada disso. E eu não vejo ninguém me colar um rótulo quando eu digo que alguém é cafona ou bigodudo ou usuário de pochete-e-viseira. Isso em irrita horrores, sabem? Por que é diferente dizer cafona e viado? Pra mim tem diferença quase zero, uma vez que estou me baseando tão somente em fatores visíveis. Pra mim, em momento nenhum estou questionando o gosto da tal pessoa por pessoas de outro sexo ou o bom senso, estou sendo mesmo é fútil e venenosa. Isso é crime desde quando? Na boa, peguem sua veia políticamente correta dobrem bem dobradinha e enfiem no cu. Meus amigos gays e negros (meninas e meninos)sabem exatamente que quando olho pra eles vejo pessoas e não opções/orientações sexuais ou cor de pele, gosto deles porque eles são igualmente fúteis e venenosos, não pra posar de mudernê, unglued e globalizada com amigos "fora do padrão". Por que me é permitido dizer que alguém é um bigodudo dos infernos pré-julgando uma característca física e não é "legal" dizer que é um preto filho da puta usando as mesmas bases? babaquice, se quiserem saber.


lendo um blógue que descobri meio que por acaso, me vejo linkada. Foi um susto, afinal, nunca nem deixei comentário por lá ou troquei quaisquer palavras coma amoça que o mantem. Na boa, me assustei. Mas num bom sentido, sabem?


*Não, eu não li esse livro, mas essa frase anda me perseguindo.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:38 PM




 
Tááááá que a Grande Dominatrix me pegou de novo. Quarta-feira estava uma tremenda correria aqui na Maison e eis que toca meu telefone. Quase assustei quando atendi o pequeno aparelho: era uma menina que estudou comigo quando tínhamos uns 4 ou 5 anos. Fiquei muito assustada. E o mais bizzarro foi a forma como isso se deu: minha mãe encontrou coma mãe dela. A moça freqüenta até o mesmo bar que amigos meus e onde eu já fiz umas incursões.

Foi bem lazer isso tudo, mas o mundo podia parar com essas graças, né?
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:00 AM



Thursday, November 11, 2004

 
Só pra constar: eu odeio target=blank.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:25 AM




 
Ainda sendo fútil e sériemaníaca.

Mais alguém fica vendo séries/filmes e dizendo : Ih, olha o namorado da Lane! Caraca, a Haley! A mulé que era casada com lutador de supercatch! ou outras expressões imbecis pra dizer de onde conhece o ator? Não? Tá então.

Eu fico profundamente bolada quando começo a ver séries novas com atores de séries que ainda não mudaram de temporada aqui. Primeiro porque eles podem ter morrido de maneira escrota; segundo porque a série pode ter acabado. E eu SEMPRE fico chateada quando as séries que gosto acabam.

A coincidência mais macabra que eu já vi foi a seguinte:
Amber Tamblyn fez um episódio daquele Twilight Zone com o Forrest Withaker pagando de Rod Serling. Ela era uma pseudo rebeldinha que "força" os pais a se mudarem pra um lugar sinistro onde todos são ovelhinhas de presépio e sofrem punições horrendas se não andam de acordo com a lei. A punição suprema para delinqüentes juvenis é ser mandado pra um local chamado Arcadia, claro que ela vai parar lá. Tempos depois eu vejo a moça outra vez. Ná série chamada Joan of Arcadia.

Juro que fiquei pensando em cross over. Sério mesmo.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:09 AM




 
Mudando um pouco de assunto, eu vejo C.S.I. por gosto mesmo. Adoro o Grisson, apesar de aquela barba dele não me agradar muito...

Tirando a razão de ser da série, que é boa pacaraleo, eu tenho dois grandes motivos pra assistir: Warrick Brown e Greg Sanders.

Warrick é um tremendo negão de olhos verdes e cabelo bléquipáuer tremendamente delicioso. E é humano pacas, não um desses fodões-de-série que geral tá acostumado ( aliás, em C.S.I. é todo mundo humano e cheio de falha, o que torna a série tremendamente mais crível, pra mim, pelo menos). Ele tinha problemas com jogo, já fez um monte de merda e tem uns cagaços macabros de quando em quando. Poderia ser mais pegador, mas isso não vem ao caso.

O Greg é um tremendo nerdinho descolê. Porra, eu tenho verdadeira paixão por nerdes, nunca neguei isso e não vai ser agora que começarei a fazê-lo. Ele não é um dos investigadores, ainda, e se divide entre o trabalho de campo e laboratório de dna. Tem um puta senso de humor e uma cara de "me adota aí, tia" que me tiram do sério. E ainda é adepto de algumas coisinhas bem nástis. Ou seja, tremendo turn on o rapaz. O único erro dele é já ter babado horrores na insossa da Sara.

Tá, chega, eu entendi.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:44 AM



Monday, November 08, 2004

 
É difícil elaborar a sensação de agora. A sensação do depois. Não é arrependimento, não é culpa, só é uma coisa meio esquisita que também não é boa. Talvez seja a frustração de não poder corresponder o sentimento empregado. E a escolha das palavras certas para que ninguém saia muito ferido da coisa toda.

É uma merda ser chutada, mas em alguns casos eu preferia não ser a pessoa que vai embora. Gostaria de ser aquela que fica, assim me dariam razão na tristeza. Ou, pelo menos, a compreensão dispensada aos rejeitados. Porque os que rejeitam são sempre os mal vistos. Estou cansada disso. Não tenho lá mais muita força para dizer não e precisar ser forte porque o colo me é sempre negado.

Você está nessa porque quer, Greta.

É isso que eu ganho por ser a pessoa que se vai. Como se alguém realmente escolhesse toda a dor, todo o sofrimento, toda a angústia de encerrar uma parte que já foi importante de sua vida ou de magoar alguém para quem coisas aconteceram unilateralmente. Como se fosse simples assim saber como tudo terminará, afim de que se evite começar qualquer coisa que não vá terminar bem.

Sei lá, agora eu só queria dormir até passar.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 7:51 PM




 
O horror, o horror...

O povo do comércio já decidiu que é natal. Novembro está só começando e eles já querem terminar com o ano, mas tudo bem, direito deles. Afinal, já começou o horário de verão, o calor insuportável daqui já mandou avisar que esse verão não vai ser igual aquele que passou, principalmente porque vamos todos poder estrondar no ar refrigerado já que ninguém nem mencionou a palavra racionamento (embora os bancos ainda mantenham aquela palhaçada de não se poder sacar depois das 22, pra economizar energia elétrica).

E se você acha que tudo isso, por si só, já horroroso o suficiente, ainda não viu NA-DA. Nessa época natalina, além daquela breguice de desejar um feliz natal e um próspero ano novo, com as cartas de políticos com cartões bregas e shoppings lotados chega também a Árvore de natal da Lagoa. E se aquilo não está no Museu do Feio com destaque, pompa e circunstância, eu não sei o que está.

Na boa, a bichinha além de ser feia, cafona e assustadoramente desnecessária, ainda causa um tumulto desgraçado no trânsito. Eu, como pessoa que habita o subúrbio, mas que gosta de tomar um fresquinho na zona sul SEMPRE levo horas num trajeto que devria ser feito rapidamente (principalmente depois que inventaram um ônibus rápido para a zona sul). Não que importe muito estar de carro, ônibus ou a pé, afinal, a orla da Lagoa fica intrasitável mesmo. Por que? Porque a pobretada toda se aglomera pra tirar foto da Torre Negra em questão.

Quer dizer, não bastasse o natal ser uma coisa bizzarra para países que o celebram no verão (ah, vai dizer que comer todas aquelas delícias não dá um puta calor? Vai dizer que é divertido passar o dia todo esquentando o umbigo no fogão vigiando peru, tender, lombinho e chester é realemnte apropriado no calor desértico que faz aqui em dezembro?) ainda se tem que ficar derretendo porque nego resolveu levar as criança tudo pra ver a árvore. E não adianta não passar pela Lagoa, porque o congestionamento se estende pelas ruas "paralelas". Oras, tem mais gente que quer fugir daquele espetáculo medonho do que vias. Isso sem mencionar o fato de que todo mundo que tem um carro com ar refrigerado tira o veículo da garagem, porque ninguém merece ficar parado na rua derretendo enquanto "admira" aquela ode ao horror.

A última grande invenção do povo que elabora a árvore foi a sensação de neve. Como assim neve em pleno Rio de Janeiro, no ponto máximo do verão? Era pra eu me sentir mais fresquinha quando visse aqueles flocos de neon azul? Era pra eu acher criativo? Era pra ser bonito? Porra, erraram feio. E como se isso tudo não fosse tortura o bastante, inventaram de colocar canhões de luz na base da porcaria giratória que navega pela lagoa. Amigo, eu via os facho de luz aqui da minha casa. E quase chorava. Na boa, o Rio é uma cidade linda, por que nego curte enfeiar a cidade? Não é suficientemente ruim ter o portal de Ipanema? O obelisco? O relógio do Hans Donner? Os cruzamentos com chão pintado de cores fortes em xadrez? Não? Ah tá, então...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:10 PM



Friday, November 05, 2004

 
Nobody knows it, but you've got a secret smile...

Então que o que era nada virou possibilidade. Gerou interesse, descontrole, tipo coração acelerado e mãos suadas. E eu pareço uma adolescente boba andando pelo recreio.

Eu digo a ele que não existe expectativa nenhuma. Que não gosto disso porque sempre me frustro. Ele me diz que já se deu mal por criar expectativas, mas, sem saber, alimenta as minhas. Ele fala baixinho no meu ouvido e meu corpo parece arrepiar...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 7:16 PM



Thursday, November 04, 2004

 
Esse mundo está perdido e eu não me canso de repetir...

Óquei que os anos 80 voltaram, afinal de contas, a cada década uma outra volta. Grandes drogas, Mademoiselle Greta.

Não me incomodo com as músicas voltando. Pôam, tinha uam monte de banda MUITO boa, tremenda qualidade musical, mesmo. Não me afeta em nada - a não ser em achar cds com cheiro de infância a preços acessíveis - a onda musical êitchis ter voltada, o que me incomoda mesmo é a moda voltando.

Gente, bom senso, por favor.

Me é inconcebível que qualquer um realmente ache bonito coisas como ombreira, polaina, legging com saia por cima, bandana, cabelos armados. Aquela coisa new wave ( embora o gel fosse bom mesmo) é muito feia esteticamente, sabe? Principalmente porque essa galera que pagava de descolê nos anos 80 era o povo que era farofa demais pra ser gótico-soturno e gótico demais pra ser farofa descontrolado e andar de blazer e sem camisa. Na boa, eram uns bostas, sem alguém perguntar a minha opinião. As pessoas tinham um prazer mórbido em se vestir mal e fazer carão. Não, obrigada, mas eu não quero isso de volta.

Se vocês fazem tanta questão de ressucitar a época, me tragam a bala banda, mas com papel, por favor. Drops Dulcora são bem aceitos. Genius, Atari, A Arca de Noé, filmes do John Hughes com a Molly Ringwald, sei lá, mas deixem as roupas por lá. Até porque ver um bando de pós adolescente com blusas do Gun's and Roses se achando modernos é algo de patético.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:36 PM




 
Estranho seria se eu não me apaixonasse...


Não sei de você ou dela ou dele, mas eu me apaixono o tempo todo e cada hora por algo diferente. Um cheiro, uma música, uma frase, um gosto, um rosto, um gesto tudo isso pode vir a me despertar paixões nas mais variadas intensidades.

Uma vez, eu li que a desgraça da humanidade é perder a capacidade de se espantar, mas eu discordo. Acho que a perda da paixão - por qualquer coisa/pessoa - é que leva alguém se perder. E o que é pior: se perder de si mesmo.

Mesmo triste, melancólica, partida, eu consigo achar forças, vontade, disposição para começar tudo de novo. Uma nova amizade, um caso, um filme, um blógue...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 11:05 AM



Wednesday, November 03, 2004

 
Ontem, refazendo um caminho que me era muito comum na adolescência, reparei numa padaria que sempre vi. Sempre, desde que me entendo por gente aquela padaria está no mesmo local, com o mesmo letreiro e a mesmíssima aura. E parei para pensar em tudo que vivi até hoje, os erros, os acertos, as gargalhadas e algumas tardes regadas a cervejas e açaí na tigela.

Depois passei pela porta do colégio onde fiz a oitava série e todo o segundo grau e ele mudou de nome. Foi como eu tivesse perdido um pedaço de mim. Passar ali e não mais ver o lugar que me era familiar, onde eu passava minhas manhãs e algumas tardes. Onde me apaixonei e me desapaixonei algumas vezes, onde cresci. Me lembrei de todos os rostos, das conversas, dos planos. Naquela época eu achava que poderia dominar o mundo, que em alguns poucos anos eu seria uma femme fatale bem sucedida e bem resolvida.

O que mudou? Eu percebi que o mundo não está aí para ser dominado. Ele, sim, é a grande Dominatrix, sempre nos colocando a seus pés, nos fazendo obedecer a seus mandos e desmandos. Também aprendi que ser bem sucedido independe de competência ou formação, é só uma questão de conhecer as pessoas certas e saber abaixar a cabeça e engolir sapos com a desenvoltura de quem toma champã e come coisas finas.

Eu amadureci o suficiente durante esses anos que me afastam daquela colegial de aparelho fixo e olhos grandes e sonhadores. Mudou tudo, praticamente. Eu, o colégio, as pessoas, as ambições... Os sonhos? Mudaram também, e não é que não mais os tenha, porém não mais me posso dar ao luxo de deixar que eles me iludam para que a Grande Dominatrix me tire deles a chicotadas e salto agulha me rasgando a pele. Porque as feridas cicatrizam, mas corações quebrados nunca ficam 100% bons quando colados e pioram a cada quebra...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:22 PM




 
Let me go, she said, and I will want you more...


Estava notando que pelas coisas que eu digo, parece que eu quero um namorado agora. Não é bem assim, porque o amor, assim como o desejo todos esses sentimentos, simplesmente acontece. Não é uma coisa que se planeje "ah, então na quinta-feira às 17 horas, eu me apaixonarei perdidamente". Não, crianças, o amor é aquele sujeito divertido que brinca de pique-esconde e pode querer se mostrar em qualquer lugar. O que me incomoda é a atitude de já começar qualquer troca de olhares com a expressão jamais daria certo entre nós martelando a mente. Essa ou a famosa não quero nada sério agora. E eu perguntei alguma coisa?

Não que o fato de me dizerem isso realmente aticem qualquer vontade que não a de mandar o cidadão ir não querer nada na puta que o pariu. Como assim jamais daria certo se você nem ao menos me conhece? E, meu filho, me defina que porra é querer "alguma coisa séria"? Quem disse que namoro não pode ser divertido? Essas frases me broxam sentimentalmente horrores, afinal de contas, você nem provou a bebida e já está me dizendo que não vai comprar a garrafa. Não é que eu me agarre a qualquer pessoa na esperança de que seja o meu príncipe encantado, não é isso, mas já colocar o pé na porta dizendo que não vai investir em nada é meio frustrante.

Óquei, darling, é teu direito só me querer com hormônios, mas é meu direito - assim como o é de todos - me encantar, me envolver e querer um pouco de sentimento sim. Carinho, afeto, respeito, sei lá, é prerrogativa minha esperar algo assim. Me é permitido querer mais do que os poucos minutos de prazer que eu passo contigo, me é concedido querer adormecer nos teus braços e te olhar dormindo, mesmo que seja só para ver onde vai dar, se é que vai dar em algum lugar.

O que me destroça mesmo é a falta de esperança que você tem em mim, romanticamente falando.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 9:59 AM




 
A Elis cantava músicas do Chico Buarque. A Maria Rita canta as do Marcelo Camelo.

E ainda me perguntam a razão de eu não simpatizar com a moça...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:59 AM



Tuesday, November 02, 2004

 
Finalmente descobri qual a minha função no mundo dos relacionamentos. Eu sou Aquela, a das noites de paixão, das unhas cravadas nas costas, do desjo ardente e do tesãoo descontrolado. Aquela com quem se passa horas conversando depois das fodas, mas que você não apresenta para a família. Pros amigos sim, porque quer exibir o pequeno troféu em forma forma de mulher.

Uma pena, sabe? Porque eu também sou ótima para andar de mãos dadas, mpara fazer cafuné, pra te mimar. A tua família iria me adorar, porque famílias geralmente me adoram. Eu sou uma ótima namorada, mas você nunca vai saber disso, porque simplesmente não é a minha função. Eu não sou a namorada, eu sou Aquela.

E as marcas que você levará na alma certamente são minhas.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 4:19 PM




 
Tá de bobeira? Então se joga aqui. Porque algumas vezes, a gente quer dizer uma coisa mas outras pessoas verbalizam de forma tão melhor...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 4:52 AM



Monday, November 01, 2004

 
Explote
En mil pedazos revente
Están todas las paredes llenas con pedazos de mi piel
Tomare mis manos y las estrellare
Romperé todas las calles que están debajo de mis dos pies
Me eche a correr y desdoble todo mi cuerpo
Quedare expuesto a los rayos del sol
Desmaye y allí no mas me desperté
Entre las uñas mi cariño derramado en la sangre encontré
Volare y de golpe dejare caer
Subiré de nuevo y otra vez así me dejare caer
Guardo dos compases de respiro
Guardo dos compases de alivio
Guardo dos compases en silencio
Guardo y dejo todas mis fuerzas en esta frase
Y en esta melodía

Y yo estoy aquí
En medio de este bar
Y no se que es lo que hago aquí
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 8:49 PM




 
O mundo é repleto de diferente línguas e dialetos. Até aí morreu o Neves enforcado num pé de alface. Porém, algumas são altamente relacionáveis com sentimentos, com desejos, com anseios.

Não adianta, espanhol é a melhor língua inventada para sofrimento. Basta pensar nas novelas mexicanas, nos tangos, na maioria das músicas tradicionais de língua espanhola. Perceberam?

Aquelas línguas do norte da Europa cheias de consoantes sempre me pareceram divertidas para xingamentos. Você pode estar dizendo "bom dia, fofolete", mas com determinada entonação e alguma ignorância da outra parte, causa uma guerra no seu relacionamento. Embora eu considere o alemão um língua que inspire grandes fodas, afinal é tremendamente gutural, como se o som, produzido viesse das próprias entranhas do ser que o profere.

Francês é uma língua bonita para se viver um romance. Desses dignos de Sabrina e similares, onde as pessoas fazem amor gostosinho e ficam juntas para sempre.

Italiano é para um tórrido romance de verão. Desses que deixa marcas na pele, na alma e na balança, porque eles sabem se alimentar. E não há ser humano que resista a uma boa pasta bem preparada. É toda aquela coisa de levar comida para a cama. Acho lindo.

Português é a língua da corte, sabem? É uma língua sonora, melodiosa, é quase uma cantada em cada palavra. Porque ser a hot babe pode ser divertido, mas não tem o mesmo peso de ser gostosa ou boazuda. Os elogios em português têm mais "corpo", enchem a boca de quem profere e o os ouvidos de quem recebe. Além do mais, a diversidade dos sotaques existentes (e diferenciáveis para mim) faz com que tudo se torne ainda mais delicioso. Sem contar que a grande maioria das palavras relativas à sexo em português são muito mais gostosas de pronunciar. Faz o teste aí : fale as seguintes palavras última flor do lácio "lascívia, luxúria, volúpia, tesão, desejo, ardente", agora repete em outras línguas que você fale. Não rola, né?
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 3:06 AM