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Monday, February 28, 2005

 
Tem um peso aqui dentro. Eu não sei o que é, mas dói, lateja e quase sinto sangrar. Me asfixia, trava a garganta. É um aperto e uma tristeza que vêm sabe-se lá de onde e não vão embora. Eu quero chorar, quero dormir, quero sumir.

É ruim demais ser gente grande.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 9:29 PM




 
Então que hoje eu comecei outro processo seletivo. Vocês sabem muito bem o que eu penso disso, então pulemos. Esse era elaboradíssimo: prova de português (com separação de sílabas. Gente, eu não faço isso desde que estava na moda usar polainas e ombreiras e no cinema passava algo com a Molly Ringwald), de matemática (com rega de três e juros), de geografia (que só pedia capitais) e internet. Têm noção do que é isso? Parada irritante, mas vamos lá.

Terminada a primeira parte, vem uma redação. A mocinha me disse: fale sobre você. Juro que meu primeiro pensamento foi fazer um roteiro pra video do Em Nome do Amor: Greta tem 25 anos, gosta de ler, de longas caminhadas ao ar livre e sexo selvagem com desconhecidos em motéis sujos da Lapa. Sei lá o que dizer de mim, então lasquei um texto engraçadinho e parti pro psicotécnico. Isso mesmo, PSICOTÉCNICO, que consistia em uma série de 100 questões pra eu escolher entre 2 afirmações a que mais se parecia comigo. E era pra marcar num cartão de respostas totalmente insano, porque funcionmava da direita pra esquerda. Que porra é essa de "da direita pra esquerda"? Amigo, não estou no oriente. Lá eles fazem isso, aqui não. Acho que era pra pegar otário, mas eu fui espertona e marquei tudo certinho. Rá.

Enfim, a moça me ligou, pra dizer que eu fui aprovada nessa fase a amanhã eu vou estar indo lá para outra fase. Tomara que dessa vez eu passe.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 5:44 PM




 
Eu quero romance. Quero paixão. Andar de mão dadas pela rua, beijar na chuva, ver o por-do-sol acompanhada. Dormir junto, acordar sorrindo, colo, cafuné, beijo na testa e fotos pélas.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:17 PM



Thursday, February 24, 2005

 
Lendo a Carolica se perguntando quem ela matou, me pus a refletir. Eu sei quem eu matei. Foi uma menina tímida, de aparelho, cabelo rebelde, magrela, anti-social, carente, cheia de paranóias que se contentavam com livros e estudos, assustada. Foi ela. E eu não sinto falta dela e duvido que mais alguém sinta.

No lugar dela veio uma menina-moça em eterna melancolia por não saber se portar dentro de seu próprio corpo. Uma que trocou algumas paranóias e carências e aflições antigas por uma dúzia de novas preocupações. Que não se esconde mais tanto atrás de livros e estudos, mas sim atrás de bebidas alcóolicas e cigarros e fumaça de algum escuro de boate, sob uma batida ensurdecedora de alguma música sacolejante. Que se sente forte em cima de saltos e sabe domar a rebeldia do cabelo quando tem vontade ou paciência para tal.

Algumas coisas dela ainda existem por aqui, como a queda pelo menino mais inteligente, ao invés do mais bonito e popular. Hoje em dia, como outrora, é pra ter assunto, porque a menina-moça de hoje gosta muito de falar e deixou de ser tão anti-social. Algumas vezes ela chora (não tão) escondida e dá gargalhadas sozinha. A de antigamente sabia o que queria da vida, a de hoje só quer uma vida. Aquela sonhava com marido, filhos, casa própria e sucesso profissional; essa se contenta com um emprego, uma foda certa e talvez um filho, mas daqui a muito tempo.

Analisando tudo isso, chego a conclusão de que na verdade, eu matei a sonhadora, a que achava que o mundo poderia ser um lugar legal e que a vida é uma aventura. Talvez, a outra se sentisse à vontade nesse corpo e nessa coisa que eu levo. Talvez ela não esteja realmente morta, esteja só dormindo e algum dia venha me cobrar a conta disso tudo, saber o que eu fiz conosco. Com ela.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 5:01 PM



Wednesday, February 23, 2005

 
Eu adoro quando amigos me indicam bandas e músicas. Remexendo as mp3 esquecidas em Dilermando re-descobri duas coisas que muito me agradam e eu não ouvia por pura falta de vontade política.

Primeira coisa: A Camp, o cd solo da vocalista do Cardigans. A moça tem uma voz gostosa, canta direito e as letras são de cortar os pulsos com perfex. Lindo.

Segunda: uma música do Cake, chamada Let me Go. Sério mesmo, se isso foi inspirado em alguém, existe uma diva falida quase morta de inveja. É o que eu queria que alguém dissesse de mim. Ou pra mim. É o tipo de coisa que sem ser péla comove todo o meu lado mulherzinha.

Let me go, she said, and I'll want you more...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 5:15 PM



Tuesday, February 22, 2005

 
Músicas para conquistar Mademoiselle Garbo ou Sendo péla sim e daí? - II

You look so fine

I want to break your heart
And give you mine
You're taking me over

It's so insane
You've got me tethered and chained
I hear your name
And I'm falling over

I'm not like all the other girls
I can't take it like the other girls
I won't share it like the other girls
That you used to know

You look so fine

Knocked down
Cried out
Been down just to find out
I'm through
Bleeding for you

I'm open wide
I want to take you home
We'll waste some time
You're the only one for me

You look so fine
I'm like the desert tonight
Leave her behind
If you want to show me

I'm not like all the other girls
I won't take it like the other girls
I won't fake it like the other girls
That you used to know

You're taking me over
Over and over
I'm falling over
Over and over

You're taking me over
Drown in me one more time
Hide inside me tonight
Do what you want to do
Just pretend happy end
Let me know let it show

Ending with letting go

Let's pretend, happy end
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 11:14 PM



Monday, February 21, 2005

 
"Se um dia, meu coração for consultado..."

Ele dirá que não sabe exatamente quando lhe impuseram o crescimento. Sim, crescer é bom, amadurecimento e todo aquele blablabla, o problema é que a conta vem alta. E eu não sei se vale a pena.

Crescer não implica só em ganhar peitos e pêlos, menstruar, fazer sexo. Junto com esse pacote vem toda a retórica trainspottingniana de escolher emprego, carreira, plano de saúde, de previdência, vidinha 9-18, máquina de lavar, televisão, cartão de crédito, pareceiro, nome de filho e tudo o mais que chamam de vida. Só que ninguém me perguntou se essa era a escolha que eu queria fazer. A sociedade, tal e qual um atendente de telemarketing me empurrou isso tudo. E como eu sou menina ainda veio mais um monte de atribuições bizzarras que eu não estou muito certa de que me cabem. Que nem quando você ganha aquela roupa horrorosa e precisa usar, pra não desagradar a ninguém. Algumas dessas coisas valem a pena, outras não e eu não posso apenas escolher as que me interessam, porque as outras estão lá, quer você queira, quer não.

Pois é, Neo, você já fez a escolha, agora só precisa entendê-la.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:41 PM



Wednesday, February 16, 2005

 
Algumas vezes eu só me pergunto por que eu não tenho quem me diga isso ao pé do ouvido. Ou por que algumas coisas simplesmente não funcionam assim, como nas canções de amor. Ou por que eu sou idiota a ponto de derreter com meia dúzia de palavrinhas bonitas.

I'd like to take you as I find you
Imagine our clothes are on the floor
Feel my caress so soft and gentle
So delicate you'd cry for more
But you know baby
You know baby does it right
And you know baby does it right

Universe inside of your heart
You gotta let me know
so you can be free baby
You wanted it so much,
and now that it's over
You don't know what you want

Put time in a capsule
Two minds consensual
Entwined to perfection
If we could...

Cuddle up close
Lay on my chest now
Listen my heart beat's coming down
If you get tired you close your
eyes now
When you wake up I won't be found
'Cause I know baby
I know you're the nervous kind
With so much going on in your mind

But let me tell you that, this time,
I'm gonna make you mine
(I won't let you go)
'Cause I know, this time
I'm gonna make sure I look out
for me

'Cause you know baby
Well you know baby does it right
And you know baby does it right
You will only end up lost in loneliness
And wake up with the words already
on your lips
So I'll let you go, baby
So I'll let you go...
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 4:37 PM



Tuesday, February 15, 2005

 
Definitivamente as prestadoras de serviço precisam entender que não estão me fazendo favor nenhum. Elas prestam o serviço e eu pago por ele. É simples, mas nego criou essa "cultura do favor" e, por isso, essas companhias adoram testar nossa paciência.

Eu passei a última semana toda discutindo com a minha operadora de celular. Ora porras, eu paguei por um aparelho novo, eu mudei de plano e mensalmente deixo 35 dinheiros pra eles, que raio de favor eles estão me fazendo, alguém me explica, com desenhos, porque eu não alcancei o raciocínio. Pior do que a idéia da submissão é o mau atendimento. Muitas vezes me senti impelida a dizer: querida, eu estou pagando o teu salário, seja solícita, sim?. Na hora da raiva, desligar o telefone me pareceu mais adequado.

Ás vezes, eu acho bem necessário esse combo de coiós que eu dei, mostra que nem todo o cliente é bobo e que tem gente ciente dos seus direitos. Espero não precisar passar esse perrengue novamente tão cedo. É muita tecnologia e pouca eficiência.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 12:55 PM



Monday, February 14, 2005

 
Eu acho intrigante essa coisa que acontece quando as pessoas morrem. Ou vira santo ou ganha uma importância tardia completamente inútil.

Há um tempo atrás foi o Covas, do nada, o cidadão virou santo, grande político, íntegro, o cacete. Não estou dizendo que ele não era, até porque me faltam bases, mas a "santificação" dele me soou meio falsa. Agora é a tal da missionária. Na boa, eu NUNCA ouvi falar nessa senhora e acredito que se ela tivesse toda essa importância ANTES de morrer, talvez ainda estivesse viva.

Só me responde um lance: não seria mais interessante dar valor às pessoas enquanto elas estão vivas? Não evitaria esse tipo de constrangimento e bombardeio de notas? Eu não sei vocês, mas não agüento mais essa onda ao redor da missionária.

(Interlúdio: como o Kovalic está velho!)

Aí, fica o mundo todo dizendo que o governo é incopetente, que foi desafio a autoridades, que é coisa do demo, enfim, um monte de baboseira que não vai ajudar em absoluto à solução* do caso. Eu aposto que em 2 semanas acabou a onda.


*Solução em termos, porque ninguém vai ressucitar a moça.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 1:14 PM



Saturday, February 05, 2005

 
Bicha, o que acontece comigo? Sábado de carnaval e eu em casa. De camisola, cabelo preso com grampos e vendo o programa de clipes do Multishow. Milhões de cigarros consumidos, nenhuma ligação, dor muscular nas coxas que não me deixa sentar nem fazer nada de forma confortável.

Ou eu estou ficando velha ou preciso de amigos solteiros (não importando o séquisso) com disposição pra o tipo de coisa que eu quero fazer. Ou os dois combinando, porque quando os teus amigos começam a casar e você ainda está solteira é que o tic-tac da vida social está num ritmo frenético. E eu continuo perguntando: o que eu fiz nos últimos 5 anos? Sempre tenho a sensação de que eles passaram e estava dormindo, sei lá.

Então, eu vou ali ler a comunidade do BBB5 no Orkut e fazer pensamento positivo para o telefone tocar.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 7:25 PM



Thursday, February 03, 2005

 
Não gosto de comédias românticas. Não que eu seja uma pessoa amarga, é só que acho que esse tipo de filme fomenta a frustração feminina e a canalhice masculina. Nos filmes da Meg Ryan (a rainha suprema do gênero), a história é quase sempre a mesma: moça conhece rapaz, ele diz coisas bonitas, ela acredita, ele é canalha, ela conhece outro rapaz e ele é foda e eles vivem felizes pra sempre. Com variação pra: rapaz abandona a vida de galinhagem pelo amor da moça. Sabem, isso não acontece no mundo real.

Não, não é desilusão, é só que nesses filmes ela é invariavelmente bem sucedida, bem resolvida, bonita, tem amigas fenomenais e descolada, o único problema da mulher deses filmes é a ausência do macho. E os rapazes sempre são mais ou menos feito elas, alguns desiludidos com um amor do passado, viraram cafajestes que obejetificaram a mulher, reduzindo-a a um meio de obter prazer; ou são românticos incorrigíveis que porcuram a mulher da vida deles. Se você vê Sex and the City vai entender a analogia: são filmes protagonizados por Charlottes e Skips. Na boa, não.

Entendam: eu acredito no amor. Eu me apaixono a cada segundo, às vezes pela mesma pessoa,às vezes não, mas não deixei de acreditar que a vida é mais legal quando se ama e é amado. O problema é a forma como esse amor é representado pelo cinema. Porque as pessoas não são perfeitas, porque o amor não resolve tudo que está de errado na vida de um ser humano, porque a gente se encontra e se perde o tempo todo. E há décadas os filmes vêm criando um ideal de realcionamento impossível de ser alcançando e, com isso, destruindo gerações inteiras de mulheres, que "nunca serão como a Meg Ryan". Não estou afirmando que as pessoas devem se contentar com falsos amores, longe de mim! Só estou dizendo que a graça do amor está exatamente em ele ser imperfeito, em se esconder em locais absurdos e, até mesmo, magoar algumas vezes em prol de um bem maior.

Se vocês me perguntarem se eu vejo mais amor em Casablanca ou Kate & Leopold eu digo sem pensar que é Casablanca. O Ricky ama tanto a Ilsa que faz com que ela vá embora junto a outro porque era o certo, porque ele se contenta com Paris, onde eles foram felizes. Isso é amor. Isso é bonito, porque os dois têm defeitos e problemas, mas guardam as recordações das coisas boas que viveram juntos.
 

Greta Garbo, quem diria, foi parar no Irajá as 5:13 PM